terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Blood Stalk - Um vilão e tanto


Bom, quem tem acompanhado Kamen Rider Build sabe bem que há, quase literalmente, uma cobra entre ou habitantes de Touto, Hokuto e Seito. Falamos de Blood Stalk, ou simplesmente "Stalk", para os íntimos.

Desde sua primeira aparição, já me apaixonei pela personagem: a inteligência, o senso de humor ácido, a perspicácia e o fator imprevisibilidade fazem de Stalk o melhor personagem de Build, até o momento. Tal como sua armadura sugere, ele é uma cobra traiçoeira: ora ataca aliados, ora ajuda inimigos, tudo por interesses que ainda desconhecemos (em parte). Mesmo sua real identidade ainda é um mistério, dado um certo poder que ele possui.

Tal como Shadow e Dj Sagara (muitos não o consideram um vilão, mas eu, sim), ele é mestre na arte de ludibriar todos ao seu redor, manipulando-os como marionetes. Stalk, para mim, figura entre os melhores vilões já criados em um tokusatsu e Kamen Rider Build tem sido uma ótima temporada, com muitas surpresas e boas referências.

Ao que tudo indica, Blood Stalk ainda trará boas doses de traição, humor ácido, boas lutas e reviravoltas. É esperar para ver.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Death Note da Netflix - Um Filme Horrorível!!!

Muitas pessoas entraram em frenesi quando a Netflix anunciou que faria um filme inspirado em Death Note, mangá e anime de sucesso mundial. Frenesi de pânico com medo que mais uma vez Hollywood estragasse uma produção oriental. Eu, que sou da filosofia que devemos assistir antes e falar depois, preferi esperar para ver o filme primeiro antes de tecer qualquer comentário. Eu adorei o anime e tentei me livrar de todo e qualquer tipo de preconceito antes de assistir a produção da Netflix, tendo na cabeça que veria algo totalmente diferente da produção original. Meus amigos, fiz tudo isso e nem assim consegui gostar do filme. Death Note da Netflix é uma senhora bomba!

Poster do filme
Claro que a versão deles seria completamente diferente das versões do mangá e do anime. Isso era algo que já estava bem nítido, pois na campanha de divulgação do filme, os atores e o diretor já diziam que veríamos algo bem diferente do material original. Mesmo sabendo disso tudo, não teve fã (ao menos em sua grande maioria) que gostasse da nova adaptação. E vocês me perguntam: "Mas, porque é tão ruim assim, Tuninho?". Eu lhes respondo: o erro do Death Note da Netflix é não respeitar a essência dos personagens. Apenas isso. Vou explicar para vocês o meu ponto de vista.

O primeiro encontro entre Light e Ryuk
A trama do filme segue a mesma do mangá e do anime: Light Turner (Nat Wolff) é um jovem estudante que encontra um caderno com o título de Death Note na sua escola e acaba descobrindo que os seres humanos que tiverem seu nome escrito no caderno irão morrer. Juntamente com o Death Note, o portador do caderno encontra um Shinigami, um Deus da Morte, que é o proprietário do caderno. No caso de Light, Ryuk (voz e captura de movimentos feita brilhantemente por Willem Dafoe) é o Shinigami proprietário do seu caderno. Até aqui, a trama segue igual. Mas, somente até aqui. Daí em diante, é uma bagunça só.

Ryuk, a melhor coisa do filme, mesmo estando completamente diferente do original
O grande erro de Death Note da Netflix pra mim é mudar a essência dos personagens, e isso, meus amigos, é a regra de ouro das adaptações que nunca pode mudar. Fizeram um salseiro só. Trocaram a personalidade de Light com a de Mia Sutton (Margaret Qualley), colocaram Ryuk influenciando e interferindo nas ações, coisa que no anime nunca aconteceu. Ryuk é completamente neutro em todas as ações e apenas observa o desenrolar das situações admirando a capacidade dos seres humanos. Em momento nenhum acreditamos que Light Turner é um gênio, o que é totalmente o oposto de Light Yagami. O mais irônico de tudo é que um dos personagens que os fãs mais torciam o nariz e reclamavam antes mesmo do término das gravações, devido a troca de etnia, acabou sendo o mais fiel ao original de todos. Me refiro a L, que foi muito bem interpretado por Keith Stanfield. 

L (Keith Stanfield) e Watari (Paul Nakauchi)
O diretor Adam Wingard tentou fazer um filme voltado para o lado do suspense meio de terror, utilizando mortes exageradas e bem gores, algo que na minha opinião foi bem desnecessário, visto que a maioria das mortes do anime são causadas por infartos. Enfim, isso é apenas um gosto meu, não achava necessário estes tipos de mortes, mas entendo que é uma forma de "chocar" e agradar uma nova geração. 

Elenco reunido, da direita para esquerda: Nat Wolff (Light), Margaret Qualley (Mia), Keith Stanfield (L) e o diretor Adam Wingard
A versão americana me lembrou por diversas vezes outra versão de um anime e mangá de sucesso mundial que sofreu nas mãos Hollywwoodianas, obviamente que me refiro a Dragon Ball Evolution (ainda não vi Ghost in the Shell para ver se foi essa bomba toda que dizem por aí). O erro aqui foi o mesmo de Death Note, não respeitarem a essência da história e, principalmente, a essência dos personagens. Death Note da Netflix foi totalmente renegado pela maioria dos fãs e teve apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes (o que não quer dizer muita coisa). Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, criadores do mangá, elogiaram o filme e disseram que adoraram a versão. Segundo eles, este é o verdadeiro Death Note para Hollywood. Será que eles quiseram dizer que isso é bom?

Primeiro encontro entre L e Light
O filme teve um final aberto para cada um interpretar como bem quiser e deixou um possível gancho para uma sequência, sequência essa que o diretor já veio pedir publicamente para fazer e dirigir. Não se sabe ao certo se ele ainda mantém esta ideia, pois esta semana ele deletou seu Twitter após ser xingado por muitos fãs ao longo desses meses e até mesmo sofrer ameaças de morte. Um absurdo. Tem fã que não raciocina muito bem mesmo.

Minha cara quando lembro que assisti a esse filme
Enfim, eu detestei o filme. Realmente tentei gostar e assistir sem preconceitos, mas é completamente impossível não comparar a versão original e a nova adaptação feita por Hollywood. Não tenho dúvidas que deve ter tido pessoas que curtiram o filme, especialmente as que não viram o anime ou leram o mangá. O jeito é cada um assistir realmente o filme e tirar suas próprias conclusões. Eu, por mim, escreveria o nome do filme no caderno do Death Note para que ele nunca fosse feito.


Um grande abraço.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Kamen Rider Build - Primeiras Impressões


E não é que a Toei já nos surpreendeu, logo de cara? Após o espetacular Ex-Aid, do qual falarei apenas após assistir ao filme que conta o "verdadeiro final", já temos o nosso Build mostrando todo o seu potencial.

Não vou me ater aos nomes dos personagens, pois acabo de assistir ao primeiro episódio, mas já vi várias excelentes referências e oportunidades para um ótimo roteiro. Primeiro, a Caixa de Pandora, um artefato marciano trazido para a Terra, e que, como de costume com artefatos alienígenas, só causa problemas e não soluções. Quem assistiu Kuuga sabe o que artefatos antigos são capazes de fazer. Já temos aí nossa primeira referência. 

A Segunda: os experimentos com seres humanos. Tive, naquele ponto, um vislumbre do início de Blade. Aliás, as próprias cenas remeteram bem àquele Kamen Rider. Humanos sendo usados como cobaias para experimentos escusos, dando origem à monstros de todos os tipos.

Outra forte referência: Megaman. Interessante que tanto Ex-Aid como Build dispõem do mesmo artifício, mas de maneiras antagônicas; se Ex-Aid conseguia poderes através de novos Gashats baseados em jogos, Build altera suas formas com base em dados adquiridos dos Smashs, os monstros da temporada. Megaman sempre teve esta característica: retirar seus poderes dos inimigos derrotados e alterar sua coloração (em sua forma básica). Também poderia relacionar Build com Fourze, pois os Smashs são semelhantes aos Zodiarts, exceto pelo fato de suas transformações não serem conscientes, mas forçadas.

Eu achei o episódio de estreia sensacional. Teve de tudo: ação, comédia, intrigas, um vislumbre de dramas pessoais, e até mesmo um pouquinho de Ultraman, com suas tradicionais equipes de apoio. No caso de Build, equipes contra ele. Também poderia relacionar com Agito, já que o personagem principal não tem memórias.

Enfim, como assisti apenas o primeiro episódio, tudo o que digo pode não passar de primeira impressão, mas Build começou muito bem, com certeza. 

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Game of Thrones - 7ª Temporada: Acelerando Tudo até o Final!

Os fãs de Game of Thrones (ou mais carinhosamente conhecido como GOT entre os fãs) ao redor do mundo entraram em êxtase quando descobriram que a série que eles tanto amam só teria apenas mais 2 temporadas para concluir toda sua trama épica contando com apenas 13 episódios totais para fechar tudo que estava aberto ao longo de seus 6 anos anteriores. Isso mesmo amiguinhos, GOT teve seus episódios reduzidos para 7 episódios nesta 7ª temporada e 6 episódios na sua 8ª e última temporada, diferentemente dos seus 10 episódios por temporada como foi feito até aqui. O sinal estava ligado para uma corrida sem fim nos seus acontecimentos para fechar toda a saga. Alguns críticos e fãs reclamaram antecipado (como sempre), alegando que a história ficaria confusa, rápida e muita coisa seria deixado de fora. Isso é ruim? Bom, para mim que estou fugindo de tramas muito longas foi perfeito! Esqueçam a enrolação! 

Poster que resume muito bem a temporada
E foi pensando nisso que os produtores David Benioff e D. B. Weiss pediram a bênção de titio George R. R. Martin e aceleraram tudo para a reta final de GOT. A enrolação foi deixa de lado e a trama ficou ainda mais objetiva. Teve muitos acontecimentos que correram muito rápido? Definitivamente, afinal de contas, temos apenas 13 episódios para amarrar todas as pontas soltas. Alguns fãs e críticos chatos reclamaram que a velocidade dos acontecimentos estava muito rápida. E daí? Qual o problema disso? Estava tudo sendo explicado e, sinceramente, se todos acreditamos em Caminhantes Brancos, Dragões, profecias, mortos que ressuscitam, pessoas que assumem as identidades alheias, porque é tão difícil se jogar na trama e aceitar que uma passagem de tempo pode ocorrer mais rápido? Ou que uma pessoa correu rápido demais para chegar de uma localização a outra? O inverno em Game of Thrones, tanto na série, quanto nos livros de As Crônicas do Gelo e do Fogo, duram décadas. Quem disse que uma noite ali dura realmente 24 horas e na verdade não dura dias? Semanas? Colocando na cabeça que devemos abraçara a história e seus acontecimentos, não acho que devemos nos prender a coisas tão insignificantes quanto passagem de tempo, velocidade das viagens ou o tempo que um corvo leva para cruzar distâncias. 

Encontro entre Jon Snow e Daenerys Targaryen
Enfim, vamos aos principais acontecimentos desta penúltima temporada de GOT. Obviamente que nem preciso dizer que teremos spoilers adiante, né?

Cuidado com os spoilers!!!!
-------------------------- ATENÇÃO, TURMINHA!!! SPOILERS ABAIXO!!!! -----------------------------

A  ameaça dos Caminhantes Brancos cresce a cada minuto e toda Westeros corre risco de ser dizimada pelo exército de mortos vivos que aumenta a cada nova morte causada pelo inverno rigoroso que apenas está no seu começo. Sentindo que terá que procurar reforço para a Patrulha da Noite na Grande Guerra, Jon Snow (Kit Harington) parte para Pedra do Dragão para encontrar-se com Daenerys (Emilia Clarke) e pedir sua ajuda. Enquanto isso, Arya (Maisie Williams) abre a temporada de forma épica, acabando com todos os Freys e partindo para Winterfell. Já em Porto Real, Cersei (Lena Headey) negocia a dívida do trono com o Banco de Ferro e manda seu irmão Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) para um confronto mortal em nome do reino.

Cersei e seus planos malignos ao lado do irmão Jaime
Como já escrevi diversas vezes no texto, sem enrolação, muitas batalhas emocionantes ocorrem nesta temporada e encontros totalmente esperados pelos fãs ao longo desses anos, tais como: Jon encontrando Daenerys, Tyrion (Peter Dinklage) encontrando seus irmãos, o encontro entre o Cão (Rory McCann) com Montanha zumbi (Hafþór Júlíus Björnsson), o encontro entre Arya e Sansa (Sophie Turner), o encontro entre Theon (Alfie Allen) com Jon Snow, o retorno de Jorah Mormont (Iain Glen), Sam (John Bradley) tomando altas doses de coragem, entre inúmeros outros. Ah! Impossível não citar também a tão esperada batalha entre os Caminhantes Brancos e os dragões de Daenerys. Tudo épico!

Daenerys e Drogo chegam para a batalha!
O desfecho desta temporada então foi para explodir a cabeça de qualquer fã! Muitas teorias formadas pelos fãs ao longo desses longos anos tendo como base os livros e a própria série acabaram tomando forma aqui. Finalmente o passado de Jon Snow foi esclarecido de uma vez por todas e o evento mais aguardado pelos fãs envolvendo a Muralha e o Dragão de Gelo ocorreu, deixando muito fã de boca aberta e totalmente em estado de choque. Restando apenas 6 episódios para a conclusão de uma das séries mais brilhantes de todos os tempos, os produtores ainda tem muita coisa para explicar e mostrar. É provável que o ritmo aumente ainda mais, o que eu não vejo problema algum. Titio George R. R. Martin com certeza já deixou a listinha dos pontos principais que tem que aparecer no final da trama. 

Arya na cena de abertura da temporada que levou ops fãs a loucura!
Qual será o fim de Cersei? O que Tyrion combinou com ela quando ambos estavam a sós? Jaime será exilado? Daenerys mudará com Jon quando souber seu passado? Como Westeros resistirá a invasão dos Caminhantes Brancos? Theon conseguirá salvar sua irmã? Como Arya e Sansa irão se portar na Grande Guerra? Quem é o Azor Ahai? Quem sentará no Trono de Ferro e comandará os 7 Reinos? Qual fã não irá infartar ao final de GOT? Para todas essas respostas e muito mais, basta ficarmos ligados em 2019! Sim, turminha! É bem provável que a última temporada só volte em 2019, pois eles começariam a gravar a oitava temporada em agosto de 2018, concluindo tudo quase em 2019! O lance é segurarmos a emoção e esperar! Vai que titio George R. R. Martin conclui seu último livro da saga antes disso tudo e não ficamos sabendo logo o desfecho de tudo? Basta ter fé nos 7!!!


Um grande abraço!

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Os Defensores - 1ª Temporada: Os "Vingadores" da Netflix mandam Bem!

No final de 2013, quando começaram a sair as notícias que a Netflix produziria sua própria série no melhor estilo "Vingadores" de ser, ou seja, juntando todos seus heróis numa super equipe contra uma ameaça em comum, os fãs ao redor do mundo ficaram mais do que empolgados, e podem me incluir nesse meio, afinal de contas, teríamos Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro juntos! A espera foi longa, mas os personagens foram muito bem trabalhados e apresentados em suas séries solos ao longo destes 4 anos. Eis, que em 18 de agosto de 2017, finalmente a Netflix, juntamente com a Marvel Television, ABC Studios e a Goddard Textiles lançaram a primeira temporada de Marvel´s The Defenders, ou simplesmente, Os Defensores.

O Defensores reunidos: Luke Cage, Matthew Murdock, Jessica Jones e Danny Rand
O Tentáculo continua assolando Nova York e um novo plano para a destruição da cidade coloca Matthew Murdock/Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Danny Rand/Punho de Ferro (Finn Jones) cara a cara e eles são obrigados a unir forças parar tentar impedir os planos de misteriosa Alexandra (Sigourney Weaver), a líder do Tentáculo. Mesmo com jeitos e opiniões tão diferentes os quatro heróis se unem por um bem maior.

Sobe?
Os Defensores é uma série muito boa, com boa ação, ótimos efeitos especiais, boas coreografias de luta, doses de humor na medida certa, possui ótimos atores e uma carga moderada de suspense. Todos os atores estão muito bem em seus papéis, até mesmo os coadjuvantes, especialmente Trish Walker (Rachel Taylor), Colleen Wing (Jessica Henwick), Franklin "Foggy" Nelson (Elden Henson), Karen Pagen (Deborah Ann Woll) e Malcom Ducasse (Eka Darville) que fizeram praticamente papel de figurantes de luxo com pouco peso na trama. O destaque total desta primeira temporada fica a cargo de Charlie Cox, Krysten Ritter, Wai Ching Ho e Sigourney Weaver. Vamos analisá-los.

A já clássica pancadaria nos corredores da Netflix
A interação entre as duplas de heróis ficaram ótimas. Deu para ver uma boa química entre Finn Jones e Mike Colter, deixando claro que poderia rolar uma tão esperada série entre os heróis de aluguel, reprisando a parceria de sucesso entre Luke Cage e Punho de Ferro que fez muito sucesso nos quadrinhos na década de 70. Mas, é inegável que a dupla de heróis que roubou a cena foi Charlie Cox e Krysten Ritter. Foi muito interessante ver a interação de Matt, tão certinho e centrado, com Jessica, que é cabeça quente e sem paciência pra nada. Por falar nisso, os contrastes foram um ponto mais do que positivo aqui, rendendo momentos muito divertidos, até mesmo com o cético Luke Cage conversando com o "sonhador" Danny Rand.

A misteriosa Alexandra
Sigourney Weaver também esteve muito bem no seu papel da misteriosa Alexandra, a líder do Tentáculo. É difícil saber seus reais motivos, mas percebemos que ela é uma pessoa elegante, inteligente, poderosa e extremamente perigosa. Teve ótimos diálogos com Murakami (Yutaka Takeuchi) e com a excelente Wai Ching Ho, a nossa querida e amada Madame Gao. Por falar em Madame Gao, é em Os Defensores que ela mostra sua verdadeira força e revela que por trás de sua aparência frágil está uma guerreira extremamente mortal.

Alexandra e Madame Gao conversam num parque
Se Madame Gao mostrou seu verdadeiro poder, ainda não é em Os Defensores que vemos Danny Rand mostrar todo o potencial do seu Punho de Ferro. O personagem de Finn Jones ficou meio apagado no meio dos outros três heróis e ficou claro que ele ainda não é um herói totalmente formado. Seu Punho de Ferro é extremamente inocente e bastante cru ainda no combate. Ele toma uma bela coça de Demolidor em um dos episódios da série. Em Os Defensores, Luke Cage também está bem melhor, porque na minha opinião, Luke Cage foi a série mais fraquinha e chata dos heróis da Marvel na Netflix.

Elektra Natchios (Élodie Yung) está de volta, como mostrado nos trailers
O formato com 8 episódios com duração média de 54 minutos cada desceu redondinho para mim. Ultimamente, tenho desanimado muito com séries muito longas que contam com mais de 22 a 24 episódios por temporada. Procuro séries mais curtas e objetivas, sem tanta enrolação, e nisso, Os Defensores me caiu feito uma luva. Torço para que as demais séries venham a aderir a esse novo padrão que vem sendo formado e vem ganhando força com séries com no máximo 8 a 13 episódios por temporada. Fica muito menos cansativo e nos estimula a assistir a outras séries também. Ao menos, eu penso assim.

Todos reunidos para a ação, inclusive Stick (Scott Glenn)
Recomendo com toda a certeza do mundo que vocês assistam a Os Defensores! É uma ótima série e mostra que a Netflix está mandando muito bem com suas produções e seu universo de heróis na telinha está todo certinho. Só não esqueçam que antes de assistir a reunião dos 4 heróis, você precisa assistir as duas temporadas de Demolidor, e as séries solos de Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, pois ficará muito mais fácil de entender alguns acontecimentos que são citados aqui. Ah! No melhor estilo Marvel de ser, quando acabar o último episódio de Os Defensores, não desligue a Netflix, pois temos direito a uma cena pós crédito para deixar qualquer fã da Marvel bem empolgado.

Um grande abraço.